A Casa de Papel de Françoise Mallet-Joris - 1º Edição 1971
Preço: 4 €A Casa de Papel de Françoise Mallet-Joris - 1º Edição 1971
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoPorto
- FreguesiaAldoar, Foz do Douro e Nevogilde
- Id do anúncio30548759
Descrição
Vendo: 4,00 euros - Tem 5 Fotos
Edição: 1ª Edição 1971
Título: A Casa de Papel
Autor: Françoise Mallet-Joris
Tradução: Maria Helena Araújo
Editora: Livraria Civilização
Dimensões: 15 x 21 cm
Páginas: 275
Sinopse:
A Casa de Papel, consiste simplesmente na descrição da vida, em família, de um grupo constituído pela mãe (a narradora), um marido vagamente presente, pintor, um filho de onze anos, se me lembro com acerto, e uma menina mais nova. A reconstituição dos diálogos com os miúdos, ou das guerras entre estes, o teor filosófico das teses das crianças mas, sobretudo, uma incerteza pedagógica que acompanha as relações das gerações: a necessidade de impor e aceitar um certo número de regras (hoje diríamos: "politicamente correctas"), por um lado, e um inevitável e delicioso desregramento, por outro, fazem do texto a dádiva de uma experiência sensível, extremamente flexível, com falhas óbvias e recorrentes que, em última análise, acabam sendo resgatadas pelo amor e pelo humor. Uma casa de papel é um pouco de tudo isto. Parece estranha, vista de fora: mas é um lugar que, habitado, não se trocaria, porventura, por nenhum outro.
Edição: 1ª Edição 1971
Título: A Casa de Papel
Autor: Françoise Mallet-Joris
Tradução: Maria Helena Araújo
Editora: Livraria Civilização
Dimensões: 15 x 21 cm
Páginas: 275
Sinopse:
A Casa de Papel, consiste simplesmente na descrição da vida, em família, de um grupo constituído pela mãe (a narradora), um marido vagamente presente, pintor, um filho de onze anos, se me lembro com acerto, e uma menina mais nova. A reconstituição dos diálogos com os miúdos, ou das guerras entre estes, o teor filosófico das teses das crianças mas, sobretudo, uma incerteza pedagógica que acompanha as relações das gerações: a necessidade de impor e aceitar um certo número de regras (hoje diríamos: "politicamente correctas"), por um lado, e um inevitável e delicioso desregramento, por outro, fazem do texto a dádiva de uma experiência sensível, extremamente flexível, com falhas óbvias e recorrentes que, em última análise, acabam sendo resgatadas pelo amor e pelo humor. Uma casa de papel é um pouco de tudo isto. Parece estranha, vista de fora: mas é um lugar que, habitado, não se trocaria, porventura, por nenhum outro.
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Localização
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