José Caldas - História de um Fogo Morto ( história de Viana do Castelo)
Preço: 30 €José Caldas - História de um Fogo Morto ( história de Viana do Castelo)
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoGondomar
- FreguesiaGondomar (São Cosme), Valbom e Jovim
- Id do anúncio45085086
Descrição
José Caldas -
História de um Fogo Morto
Edição definitiva ,Porto 10-11-1919 encadernado, estado impecável
Subsidios para uma História Nacional- Viana do Castelo (Fastos Políticos e Sociais). Edição Definitiva. Edição da «Renascença Portuguesa». Porto. 1919. De 18x12 cm. com 878 págs. Encadernação ,imitação pele, Ilustrado em extra texto com 11 gravuras e um desdobrável de uma planta parcial de Viana. 2ª edição, muito rara, de uma obra de grande erudição e valor histórico em que o autor estuda a história de Viana do Castelo, devidamente contextualizada nos acontecimentos da História de Portugal. Além do valor historiográfico, a obra é ainda mais valiosa pelo carácter vivido e quase testemunhal devido às informações recolhidas pelos familiares, em que são descritas as invasões francesas, os acontecimentos da Guerra Civil de 1828 a 1834, os violentos acontecimentos que se verificaram no José Caldas - História de um fogo morto
seguinte e o reacender da guerra civil durante a Revolta da Patuleia, a que o autor assistiu ainda criança. Obra com introdução estruturada em três partes, em que o autor problematiza a teoria da história, a influência da Renascença e da Reforma nos critérios da história e analisa pormenorizadamente as dificuldades de interpretação dos versos de Festo Rufo Avieno. Seguem-se sete livros (maneira clássica de designar partes de obras) sobre os seguintes períodos da história de Viana do Castelo. José Ernesto de Sousa Caldas (Viana do Castelo, 28 de Novembro de1842 - 02 de Agosto de 1932), funcionário da administração pública e Inspector da Fazenda, foi republicano desde cedo e pertenceu à Comissão Consultiva do Directório, eleito em 1897, em Coimbra. Depois da implantação da República foi Director Geral dos Negócios Eclesiásticos do Ministério da Justiça, entre 1910 e 1916. Era um anticlerical extremista e antijesuíta. Como escritor de formação autodidacta, demonstrou grande erudição e conhecimento do grego, latim, francês, alemão, espanhol, italiano e francês. Como jornalista deixou uma vasta colaboração em grande número de jornais e revistas.
ENVIO CTT, TRANSF BANCO
História de um Fogo Morto
Edição definitiva ,Porto 10-11-1919 encadernado, estado impecável
Subsidios para uma História Nacional- Viana do Castelo (Fastos Políticos e Sociais). Edição Definitiva. Edição da «Renascença Portuguesa». Porto. 1919. De 18x12 cm. com 878 págs. Encadernação ,imitação pele, Ilustrado em extra texto com 11 gravuras e um desdobrável de uma planta parcial de Viana. 2ª edição, muito rara, de uma obra de grande erudição e valor histórico em que o autor estuda a história de Viana do Castelo, devidamente contextualizada nos acontecimentos da História de Portugal. Além do valor historiográfico, a obra é ainda mais valiosa pelo carácter vivido e quase testemunhal devido às informações recolhidas pelos familiares, em que são descritas as invasões francesas, os acontecimentos da Guerra Civil de 1828 a 1834, os violentos acontecimentos que se verificaram no José Caldas - História de um fogo morto
seguinte e o reacender da guerra civil durante a Revolta da Patuleia, a que o autor assistiu ainda criança. Obra com introdução estruturada em três partes, em que o autor problematiza a teoria da história, a influência da Renascença e da Reforma nos critérios da história e analisa pormenorizadamente as dificuldades de interpretação dos versos de Festo Rufo Avieno. Seguem-se sete livros (maneira clássica de designar partes de obras) sobre os seguintes períodos da história de Viana do Castelo. José Ernesto de Sousa Caldas (Viana do Castelo, 28 de Novembro de1842 - 02 de Agosto de 1932), funcionário da administração pública e Inspector da Fazenda, foi republicano desde cedo e pertenceu à Comissão Consultiva do Directório, eleito em 1897, em Coimbra. Depois da implantação da República foi Director Geral dos Negócios Eclesiásticos do Ministério da Justiça, entre 1910 e 1916. Era um anticlerical extremista e antijesuíta. Como escritor de formação autodidacta, demonstrou grande erudição e conhecimento do grego, latim, francês, alemão, espanhol, italiano e francês. Como jornalista deixou uma vasta colaboração em grande número de jornais e revistas.
ENVIO CTT, TRANSF BANCO
D
Dorol
Anunciante desde Dez. 2010
Último acesso há mais de 4 dias
Último acesso há mais de 4 dias
Serviços adicionais
Verifique as melhores opções de crédito ou seguro para o seu caso.
Localização
Porto - Gondomar - Gondomar (São Cosme), Valbom e Jovim
D
Dorol
Anunciante desde Dez. 2010
Último acesso há mais de 4 dias
Último acesso há mais de 4 dias

