Livro "O caminho para a libertação"de Dalai-Lama
Preço: 7 €Livro "O caminho para a libertação"de Dalai-Lama
Especificações
Descrição
Livro "O caminho para a libertação", Essenciais do Budismo Tibetano, de sua santidade o Dalai-Lama, Colecção: A Biblioteca do Tibete, do Círculo de Leitores, 1 edição de 1994, em muito bom estado, à exceção da capa de papel que protege o livro e que mostra sinais de uso, como visível nas fotos, por 7EUR + portes de envio.
Líder espiritual do Tibete e membro da ordem do budismo tibetano Gelupa, o atual Dalai Lama nasceu em 1935, em Tsinghai, numa família de camponeses na aldeia de Takster, com o nome de Lhamo Dhondrub. Apenas com dois anos de idade foi reconhecido como a reencarnação do 14. Dalai Lama. Os Dalai Lama são vistos como reencarnações do príncipe Cherezig. Ao tornar-se líder espiritual do Tibete assumiu o nome religioso Jetsun Jambel Ngawang Losang Yeshe Tenzin Gyatso. Doutorou-se aos 25 anos em Filosofia Budista. Em 1959 foi obrigado a abandonar o país com a entrada das tropas chinesas. Desde esse ano vive exilado em Dharamsala, no norte da Índia. Defensor incansável da não violência, da tolerância, do diálogo e da preservação dos recursos naturais do planeta, visitou muitos países defendendo a convivência harmoniosa entre os povos, as culturas, as religiões e a própria natureza. Foi laureado com o Prémio Nobel da Paz em 1989, como reconhecimento pela sua campanha de não violência a favor da auto-determinação política do Tibete. Os chineses foram contra essa homenagem.
Líder espiritual do Tibete e membro da ordem do budismo tibetano Gelupa, o atual Dalai Lama nasceu em 1935, em Tsinghai, numa família de camponeses na aldeia de Takster, com o nome de Lhamo Dhondrub. Apenas com dois anos de idade foi reconhecido como a reencarnação do 14. Dalai Lama. Os Dalai Lama são vistos como reencarnações do príncipe Cherezig. Ao tornar-se líder espiritual do Tibete assumiu o nome religioso Jetsun Jambel Ngawang Losang Yeshe Tenzin Gyatso. Doutorou-se aos 25 anos em Filosofia Budista. Em 1959 foi obrigado a abandonar o país com a entrada das tropas chinesas. Desde esse ano vive exilado em Dharamsala, no norte da Índia. Defensor incansável da não violência, da tolerância, do diálogo e da preservação dos recursos naturais do planeta, visitou muitos países defendendo a convivência harmoniosa entre os povos, as culturas, as religiões e a própria natureza. Foi laureado com o Prémio Nobel da Paz em 1989, como reconhecimento pela sua campanha de não violência a favor da auto-determinação política do Tibete. Os chineses foram contra essa homenagem.
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