O Homem Que Preferiu Não Sentir de Gonçalo Alves da Cunha


Especificações


Descrição

Vendo: 6,00 euros - Tem 4 Fotos - Preço na Bertrand 15,00 euros; Fnac 15,00 euros; Wook 15,00 euros;

Titulo: O Homem Que Preferiu Não Sentir
Autor: Gonçalo Alves da Cunha
Editora: Chiado Editora
Dimensões: 22 x 14 cm
Páginas: 239

Sinopse:

Não há enche-chouriços neste livro. Gonçalo Alves da Cunha escreve muito bem.

O Homem que preferiu não sentir retrata o percurso existencial do jovem pintor Sebastião que, numa autoanálise constante, evoca as memórias do menino feito homem, dotado de um excesso de sensibilidade materializada em todas as particularidades da sua essência.

Inserido na categoria de romance existencial, O Homem que preferiu não sentir conduz-nos numa viagem ao interior de nós mesmos, onde não faltam o confronto com a inevitabilidade da morte, as reflexões sobre famílias que se desestruturam e reestruturam ou as dúvidas que questionam os dogmas religiosos. A arte e a sua finalidade, a reescrita irónica de páginas da História e sobretudo as vivências de uma geração qualificada, mas desajustada à mediocridade da sociedade que os sistemas políticos teimam em perpetuar, brotam em páginas vivas de verdadeira prosa poética.

É a afirmação da individualidade contra a subserviência de quem segue estandartes com sebastianismos imorredouros e por isso nos exige uma redescoberta de nós mesmos.

Autor:

Gonçalo Alves da Cunha nasceu a 19 de setembro de 1992 na Foz do Douro, Porto. A paixão pela escrita e pela leitura sempre se manifestaram no carácter petulante e sequioso deste jovem autor que desde cedo repudiou comodidades. Aos vinte e um anos viajou para a Noruega onde trabalhou numa estância, com o intuito de fugir ao quotidiano urbano. Foi após esta experiência de clausura que começou a escrever este romance "O homem que preferiu não sentir". Voltou a emigrar por tempo definido para o Sul de Inglaterra aos vinte e três anos, ansioso por desafios e realidades divergentes. Posteriormente a essa experiência dedicou-se exclusivamente à literatura, conciliando este empenho com uma passagem na indústria audiovisual como argumentista e produtor. Voltou a emigrar aos vinte e sete anos para o Japão onde escreveu a mais ambiciosa obra "Discípulo de Dionísio".

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