O Ilustre Gaudissart de Honoré de Balzac
Preço: 4 €O Ilustre Gaudissart de Honoré de Balzac
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoPorto
- FreguesiaAldoar, Foz do Douro e Nevogilde
- Id do anúncio44991409
Descrição
Vendo: 4,00 euros - Tem 4 Fotos
Ano de Edição: 1941
Título: O Ilustre Gaudissart
Autor: Honoré de Balzac
Tradução: Adolfo casais Monteiro
Editora: Editorial Inquérito
Páginas: 80
Comentário:
O Ilustre Gaudissart é um texto de Honoré de Balzac ("não é propriamente uma história, é apenas um retrato"), surgido primeiramente em 1833 em sua versão original.
Essa narrativa em forma de panfleto satírico caricatura um caixeiro-viajante que supostamente representa o homem da Monarquia de Julho. Félix Gaudissart é hiperativo, seduz, é eficaz, como a sociedade moderna a qual Balzac frequentemente ironiza, cujo materialismo frenético ele deplora, e que produz por produzir, sem conhecer o propósito de sua agitação. Gaudissart sabe tudo, já visitou todos os lugares, conhece tudo, mas não compreende tudo. Só tem talento para o comércio e a venda, como se vê em sua brilhante estreia, quando ele salva César Birotteau do desastre.
Balzac alcança aqui na escrita aquilo que Honoré Daumier obtinha com o desenho: uma caricatura de um personagem capaz de vender não importa o que, mas que se encontra confrontado com alguém mais esperto que ele e que, à força de vender o vento, acabará por comprá-lo ele mesmo. Um velho vinhateiro da Touraine consegue vender-lhe vinho que ele não produz há muito tempo.
Custo Justo/01
Ano de Edição: 1941
Título: O Ilustre Gaudissart
Autor: Honoré de Balzac
Tradução: Adolfo casais Monteiro
Editora: Editorial Inquérito
Páginas: 80
Comentário:
O Ilustre Gaudissart é um texto de Honoré de Balzac ("não é propriamente uma história, é apenas um retrato"), surgido primeiramente em 1833 em sua versão original.
Essa narrativa em forma de panfleto satírico caricatura um caixeiro-viajante que supostamente representa o homem da Monarquia de Julho. Félix Gaudissart é hiperativo, seduz, é eficaz, como a sociedade moderna a qual Balzac frequentemente ironiza, cujo materialismo frenético ele deplora, e que produz por produzir, sem conhecer o propósito de sua agitação. Gaudissart sabe tudo, já visitou todos os lugares, conhece tudo, mas não compreende tudo. Só tem talento para o comércio e a venda, como se vê em sua brilhante estreia, quando ele salva César Birotteau do desastre.
Balzac alcança aqui na escrita aquilo que Honoré Daumier obtinha com o desenho: uma caricatura de um personagem capaz de vender não importa o que, mas que se encontra confrontado com alguém mais esperto que ele e que, à força de vender o vento, acabará por comprá-lo ele mesmo. Um velho vinhateiro da Touraine consegue vender-lhe vinho que ele não produz há muito tempo.
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