Oração Fúnebre Para Ernesto "Che" Guevara de Fidel Castro
Preço: 5 €Oração Fúnebre Para Ernesto "Che" Guevara de Fidel Castro
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoPorto
- FreguesiaAldoar, Foz do Douro e Nevogilde
- Id do anúncio43966192
Descrição
Vendo: 5,00 euros - Tem 5 Fotos - Preço na Livraria Castro e Silva - Livros Raros 25,00 euros; Livraria Sá da Costa - Livros Raros 25,00 euros
Titulo: Oração Fúnebre Para Ernesto "Che" Guevara
Autor: Fidel Castro
Tradução: Egipto Gonçalves
Editora: Brasília Editora
Páginas: 114
Sinopse:
Os dois textos que compõem este volume não são textos que tenham sido escritos mas sim ditos: a oração fúnebre é um discurso pronunciado na Praça da Revolução, em Habana, na noite de 18 de Outubro de 1967 perante mais de meio milhão de pessoas; o outro, é uma presença de Castro na televisão, três dias antes, em 15 de Outubro. Textos ditos com o estilo repetitivo e por vezes pedagógico peculiar do líder cubano, podem acaso sofrer, na leitura, pelo fato de não terem sido escritos, pelo fato de serem o fruto do conhecido fôlego oratório de Fidel Castro, capaz de improvisar discursos de seis, sete e oito horas, como o fez por vezes diante das câmaras de televisão no primórdio do seu governo. Outra das suas caraterísticas habituais, que surge no segundo documento publicado (embora o primeiro em data) era a de comentar os telegramas e notícias de agência. Nos últimos anos do discurso de Castro tem uma boa parte dedicada a esse trabalho e, dizem os observadores, é a parte mais esperada e gozada pelos cubanos, que lhe chama «o jornal falado de Fidel Castro. No documento publicado, Castro, utilizando apenas a sua experiência de guerrilheiro e um certo número de telegramas das agências, consegue reconstruir perfeitamente as últimas hora de Guevara e o comportamento dos seus inimigos. Os fatos conhecidos posteriormente não desmentiram a excecional reconstituição levada a cabo pelo chefe cubano.
«A sua Oração... é uma tentativa de retrato ideal do «Che, na qual o jorrar da emoção é dominado por uma forte vontade racionalizadora e uma preocupação ética, mas também é a história apaixonada de uma amizade contada pelo sobrevivente. Além disso, num e noutro dos textos, abundam as referências a uma experiência guerrilheira comum, que Castro maneja com habilidade no sentido de obter uma definição do guerrilheiro e da estratégia da guerrilha, não apenas da sua tática, revelando os seus suportes morais que baseia, entre outros, no culto da Verdade.
Custo Justo/O
Titulo: Oração Fúnebre Para Ernesto "Che" Guevara
Autor: Fidel Castro
Tradução: Egipto Gonçalves
Editora: Brasília Editora
Páginas: 114
Sinopse:
Os dois textos que compõem este volume não são textos que tenham sido escritos mas sim ditos: a oração fúnebre é um discurso pronunciado na Praça da Revolução, em Habana, na noite de 18 de Outubro de 1967 perante mais de meio milhão de pessoas; o outro, é uma presença de Castro na televisão, três dias antes, em 15 de Outubro. Textos ditos com o estilo repetitivo e por vezes pedagógico peculiar do líder cubano, podem acaso sofrer, na leitura, pelo fato de não terem sido escritos, pelo fato de serem o fruto do conhecido fôlego oratório de Fidel Castro, capaz de improvisar discursos de seis, sete e oito horas, como o fez por vezes diante das câmaras de televisão no primórdio do seu governo. Outra das suas caraterísticas habituais, que surge no segundo documento publicado (embora o primeiro em data) era a de comentar os telegramas e notícias de agência. Nos últimos anos do discurso de Castro tem uma boa parte dedicada a esse trabalho e, dizem os observadores, é a parte mais esperada e gozada pelos cubanos, que lhe chama «o jornal falado de Fidel Castro. No documento publicado, Castro, utilizando apenas a sua experiência de guerrilheiro e um certo número de telegramas das agências, consegue reconstruir perfeitamente as últimas hora de Guevara e o comportamento dos seus inimigos. Os fatos conhecidos posteriormente não desmentiram a excecional reconstituição levada a cabo pelo chefe cubano.
«A sua Oração... é uma tentativa de retrato ideal do «Che, na qual o jorrar da emoção é dominado por uma forte vontade racionalizadora e uma preocupação ética, mas também é a história apaixonada de uma amizade contada pelo sobrevivente. Além disso, num e noutro dos textos, abundam as referências a uma experiência guerrilheira comum, que Castro maneja com habilidade no sentido de obter uma definição do guerrilheiro e da estratégia da guerrilha, não apenas da sua tática, revelando os seus suportes morais que baseia, entre outros, no culto da Verdade.
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Ernesto Luz
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