Os Clandestinos de Fernando Namora
Preço: 3 €Os Clandestinos de Fernando Namora
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoPorto
- FreguesiaAldoar, Foz do Douro e Nevogilde
- Id do anúncio43541213
Descrição
Vendo: 3,00 euros - Tem 5 Fotos
Titulo: Os Clandestinos
Autor: Fernando Namora
Editora: Publicações Europa-América
Dimensões: 21 x 14 cm
Páginas: 335
Sinopse:
Os Clandestinos, um romance de uma geração traumatizada e frustrada, mas elevada por um hino de esperança. É simultaneamente um fresco realista e cruel de um momento histórico da nossa vida politica. Um belo romance da dor, da melancolia, e da desesperança.
Memória da Resistência através de jornadas que empolgam, descida ao labirinto interior do protagonista num movimento para o regresso ao compromisso político, registo do quotidiano burguês entre vulgaridade, luxo, melancolia, análise também dos círculos oposicionistas sem atos nem horizontes ou, em contraste, num jovem, com o irredutível das opções metamórficas, Os Clandestinos, 1972, pela compleição romanesca - ideoleto, personagens (Vasco e Jacinta desde logo), efabulação, mestria compositiva -, por uma singularidade da escrita a renovar-se, é uma obra no topo do percurso de Fernando Namora e da literatura portuguesa legada aos leitores contemporâneos.
O escritor foi ainda galardoado com os Prémios Ricardo Malheiros, da Academia de Ciências de Lisboa, Grande Prémio SOPEM, 1972. Foi proposto para o Prémio Nobel da Literatura, 1981 pela Academia das Ciências de Lisboa e pelo PEN Clube, e agraciado com a Grã Cruz da Ordem do Infante Dom Henrique em 1988.
Custo Justo/O
Titulo: Os Clandestinos
Autor: Fernando Namora
Editora: Publicações Europa-América
Dimensões: 21 x 14 cm
Páginas: 335
Sinopse:
Os Clandestinos, um romance de uma geração traumatizada e frustrada, mas elevada por um hino de esperança. É simultaneamente um fresco realista e cruel de um momento histórico da nossa vida politica. Um belo romance da dor, da melancolia, e da desesperança.
Memória da Resistência através de jornadas que empolgam, descida ao labirinto interior do protagonista num movimento para o regresso ao compromisso político, registo do quotidiano burguês entre vulgaridade, luxo, melancolia, análise também dos círculos oposicionistas sem atos nem horizontes ou, em contraste, num jovem, com o irredutível das opções metamórficas, Os Clandestinos, 1972, pela compleição romanesca - ideoleto, personagens (Vasco e Jacinta desde logo), efabulação, mestria compositiva -, por uma singularidade da escrita a renovar-se, é uma obra no topo do percurso de Fernando Namora e da literatura portuguesa legada aos leitores contemporâneos.
O escritor foi ainda galardoado com os Prémios Ricardo Malheiros, da Academia de Ciências de Lisboa, Grande Prémio SOPEM, 1972. Foi proposto para o Prémio Nobel da Literatura, 1981 pela Academia das Ciências de Lisboa e pelo PEN Clube, e agraciado com a Grã Cruz da Ordem do Infante Dom Henrique em 1988.
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Ernesto Luz
Anunciante desde Dez. 2015
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