Os Simples de Guerra Junqueiro - Ano de Edição 1920
Preço: 8 €Os Simples de Guerra Junqueiro - Ano de Edição 1920
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoPorto
- FreguesiaAldoar, Foz do Douro e Nevogilde
- Id do anúncio45222855
Descrição
Vendo: 8,00 euros - Tem 8 Fotos
Observações: Com um foto a preto e branco do autor Guerra Junqueiro (Ver 2ª Foto do Anúncio)
Ano Edição: 1920
Titulo: Os Simples
Autor: Guerra Junqueiro
Editora: Parceria António Maria Pereira
Páginas: 126
Sinopse:
Livro de poesias de Guerra Junqueiro que assinala uma inversão na trajetória poética do autor, até então orientada para o lirismo revolucionário e anticlerical. Acertadamente, Moniz Barreto, crítico de finais do século XIX, considera Os Simples "uma idealização da vida rural feita com intuitos de moralista, que condena a complicação e dureza da vida civilizada, e que vê na regressão a um cristianismo ingénuo e popular a cura das feridas da alma".
A obra está repleta de quadros rústicos e de tipos populares "de boas e santas criaturas, que atravessam um mundo de misérias e de injustiças (...) sem um olhar de maldição para a natureza, sem uma palavra de queixume para o destino" ("A Moleirinha", "O Pastor", "O Cavador", "Os Pobrezinhos"...), a que se conformam os ritmos e rimas populares usados pelo autor.
Custo Justo/01
Observações: Com um foto a preto e branco do autor Guerra Junqueiro (Ver 2ª Foto do Anúncio)
Ano Edição: 1920
Titulo: Os Simples
Autor: Guerra Junqueiro
Editora: Parceria António Maria Pereira
Páginas: 126
Sinopse:
Livro de poesias de Guerra Junqueiro que assinala uma inversão na trajetória poética do autor, até então orientada para o lirismo revolucionário e anticlerical. Acertadamente, Moniz Barreto, crítico de finais do século XIX, considera Os Simples "uma idealização da vida rural feita com intuitos de moralista, que condena a complicação e dureza da vida civilizada, e que vê na regressão a um cristianismo ingénuo e popular a cura das feridas da alma".
A obra está repleta de quadros rústicos e de tipos populares "de boas e santas criaturas, que atravessam um mundo de misérias e de injustiças (...) sem um olhar de maldição para a natureza, sem uma palavra de queixume para o destino" ("A Moleirinha", "O Pastor", "O Cavador", "Os Pobrezinhos"...), a que se conformam os ritmos e rimas populares usados pelo autor.
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Ernesto Luz
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