Suão de Antunes da Silva - 1º Edição 1974
Preço: 4 €Suão de Antunes da Silva - 1º Edição 1974
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoPorto
- FreguesiaAldoar, Foz do Douro e Nevogilde
- Id do anúncio43937877
Descrição
Vendo: 4,00 euros - Tem 4 Fotos - Preço na Livraria Castro e Silva -Livros Raros 25,00 euros
Edição: 1 Edição 1974
Titulo: Suão
Autor: Antunes da Silva
Editora. Circulo de Leitores
Páginas: 236
Sinopse:
Romance regional que reflete a convicção de que o regionalismo é mais do que um tipo de literatura pitoresca, devendo duplamente respeitar "a riqueza humana da sensibilidade" do escritor e contribuir para "o desenvolvimento moral e material dos aglomerados rurais" (cf. Textos Teóricos do Neorrealismo Português, 1981, p. 168). Assim se impõe uma narrativa que recusa a objetividade e imparcialidade do narrador, sempre visível na "sinceridade com que ele se entrega às lutas da vida, o seu sentido de dignidade e de justiça, a força humana que dele emana e tem raízes fundas na terra", introduzindo-se no ponto de vista das personagens e intervindo em "judiciosas considerações e comentários sobre os homens e as situações" (cf. prefácio de José Tengarrinha, à 6.a edição de Suão, Lisboa, 1982). Evocando conflitos e contradições humanas de figuras rurais inscritas no espaço alentejano, os rendeiros e seareiros, a narração, reconstituindo a clivagem entre os grupos exploradores e as camadas exploradas, compõe um hino de amor à terra alentejana e ao drama das suas gentes."
Custo Justo/O
Edição: 1 Edição 1974
Titulo: Suão
Autor: Antunes da Silva
Editora. Circulo de Leitores
Páginas: 236
Sinopse:
Romance regional que reflete a convicção de que o regionalismo é mais do que um tipo de literatura pitoresca, devendo duplamente respeitar "a riqueza humana da sensibilidade" do escritor e contribuir para "o desenvolvimento moral e material dos aglomerados rurais" (cf. Textos Teóricos do Neorrealismo Português, 1981, p. 168). Assim se impõe uma narrativa que recusa a objetividade e imparcialidade do narrador, sempre visível na "sinceridade com que ele se entrega às lutas da vida, o seu sentido de dignidade e de justiça, a força humana que dele emana e tem raízes fundas na terra", introduzindo-se no ponto de vista das personagens e intervindo em "judiciosas considerações e comentários sobre os homens e as situações" (cf. prefácio de José Tengarrinha, à 6.a edição de Suão, Lisboa, 1982). Evocando conflitos e contradições humanas de figuras rurais inscritas no espaço alentejano, os rendeiros e seareiros, a narração, reconstituindo a clivagem entre os grupos exploradores e as camadas exploradas, compõe um hino de amor à terra alentejana e ao drama das suas gentes."
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Ernesto Luz
Anunciante desde Dez. 2015
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Localização
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