Uma Democracia Sustentável de Paulo Rangel
Preço: 8 €Uma Democracia Sustentável de Paulo Rangel
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoPorto
- FreguesiaAldoar, Foz do Douro e Nevogilde
- Id do anúncio44824951
Descrição
Vendo: 8,00 euros - Tem 7 Fotos - Preço na Bertrand 18,50 euros - Esgotado; Fnac 18,50 euros - Esgotado
Estado do Livro: Completamente Novo
Titulo: Uma Democracia Sustentável
Autor: Paulo Rangel
Editora: Edições Tenacitas
Dimensões: 15 x 23 cm
Páginas: 342
Sinopse.
Uma Democracia Sustentável é um livro de reflexão política que reúne dez anos de textos que Paulo Rangel tem vindo a escrever sobre temas institucionais, de justiça, de políticas sociais, de coesão territorial e de estratégia europeia e global. O livro tem um prefácio de António Barreto.
Paulo Rangel traz à política algo que muita falta nos faz: cultura. Não o vejo limitar-se ao raciocínio táctico ou à maledicência partidária, muito menos à exibição satisfeita da sua vaidade. Escreve sem clichés nem lugares comuns, bateria obrigatória da maior parte das intervenções públicas dos nossos políticos. Fala sem recorrer a frases feitas e a fórmulas inventadas para a televisão, ingredientes indispensáveis para a expressão dos políticos medíocres que abundam em Portugal e na Europa. Ora, o problema não é só de estilo ou de letras . Quem assim fala e escreve é porque pensa assim. A experiência académica de Rangel é visível no modo como argumenta e discute. Noto até, suprema raridade, a revelação de dúvidas, mesmo quando defende as suas causas. Sabemos que a tradição política é a da afirmação, mas também é conhecido que essa está ao alcance de todos, enquanto a exibição da dúvida não. Pensar faz tanta falta à política como a qualquer outra atividade. E Rangel gosta de o fazer.
António Barreto
Custo Justo/01
Estado do Livro: Completamente Novo
Titulo: Uma Democracia Sustentável
Autor: Paulo Rangel
Editora: Edições Tenacitas
Dimensões: 15 x 23 cm
Páginas: 342
Sinopse.
Uma Democracia Sustentável é um livro de reflexão política que reúne dez anos de textos que Paulo Rangel tem vindo a escrever sobre temas institucionais, de justiça, de políticas sociais, de coesão territorial e de estratégia europeia e global. O livro tem um prefácio de António Barreto.
Paulo Rangel traz à política algo que muita falta nos faz: cultura. Não o vejo limitar-se ao raciocínio táctico ou à maledicência partidária, muito menos à exibição satisfeita da sua vaidade. Escreve sem clichés nem lugares comuns, bateria obrigatória da maior parte das intervenções públicas dos nossos políticos. Fala sem recorrer a frases feitas e a fórmulas inventadas para a televisão, ingredientes indispensáveis para a expressão dos políticos medíocres que abundam em Portugal e na Europa. Ora, o problema não é só de estilo ou de letras . Quem assim fala e escreve é porque pensa assim. A experiência académica de Rangel é visível no modo como argumenta e discute. Noto até, suprema raridade, a revelação de dúvidas, mesmo quando defende as suas causas. Sabemos que a tradição política é a da afirmação, mas também é conhecido que essa está ao alcance de todos, enquanto a exibição da dúvida não. Pensar faz tanta falta à política como a qualquer outra atividade. E Rangel gosta de o fazer.
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Ernesto Luz
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