Agostinho Neto - Sagrada Esperança (1.ª ed./1974)


Especificações


Descrição

SAGRADA ESPERANÇA. Poemas. *** Agostinho Neto *** Prefácio: Basil Davidson *** Introdução: Marga Holness *** Prefácio e Introdução traduzidos por J. Duarte Peixoto *** Lisboa: Livraria Sá da Costa Editora, [Sem ind. de ano: 1974 - data do copyright]. Colecção Vozes do Mundo - 1. (21 x 13,5 cm.) com [4] + 138 + [2] pp. Capa flexível. Bom exemplar. Capa com marcas de manuseamento, manchas ligeiras, pequenas perdas de cor em alguns pontos e um leve desgaste nas margens e na lombada, mas, de um modo geral, ainda em boas condições e limpa. Páginas bem conservadas e limpas. Tem uma pequena etiqueta de livraria ou da editora colada na primeira página. *** Primeira edição portuguesa (e lusófona) desta colectânea de poemas de Agostinho Neto (o primeiro Presidente de Angola independente), publicada pela primeira vez em Itália, com o título Con Occhi Asciutti (Com os Olhos Secos) (Il Saggiatore, Milão, 1963), numa tradução de Joyce Lusso, que se deslocou a Portugal quando Neto se encontrava na prisão e mais tarde à que era então Léopoldville a fim de recolher os poemas e as informações necessárias para essa primeira edição. Mais tarde, veio a lume na Jugoslávia uma edição bilingue -, em português e servo-croata - além de outras publicadas em russo e chinês. Entretanto, um grande número dos poemas de Neto tinha já corrido mundo, traduzidos em muitas línguas, desde o vietnamita ao francês e do inglês ao espanhol, levando aos povos de muitos países a voz do poeta há muito aclamado em Angola e em círculos progressistas portugueses como o decano dos poetas angolanos, a voz que dá expressão ao cruel sofrimento do seu povo, «ultrapassando a poesia» para dar a conhecer um mundo de desespero e aspirações sufocadas pelo terror policial e pela censura da imprensa. (...) Os poemas deste volume narram a história épica do alargamento da consciência de um povo lançado num moderno movimento de libertação. Aqui, a necessidade premente não é a de preservar os elementos do passado que o presente destrói, mas a de libertar o futuro das cadeias do presente, superando tudo quanto obsta ao caminho da história, seja medo, ignorância, passividade, evasão ou todo o arsenal da tirania armada.» Já invulgar nesta edição. *** Portes: envio gratuito em correio normal (tarifa especial para livros) * envio em correio registado: 1,70

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