M. Gonçalves Cerejeira - O Humanismo em Portugal - Clenardo (1926)


Especificações


Descrição

O HUMANISMO EM PORTUGAL - CLENARDO. (Com a tradução das suas cartas). *** Dr. M. Gonçalves Cerejeira [Professor da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra | Da Real Académia da História de Madrid] *** Coimbra: Coimbra Editora, L.da (Antiga casa França & Arménio), 1926. (20,5 x 15 cm.) com [8] + 440 pp. Com algumas ilustrações e muitas reproduções de assinaturas a p/b. + [5] folhas com ilustrações a p/b.. Capa flexível. Exemplar razoável. Capa com fortes marcas de uso, manchas, vincos, pequenas áreas superficialmente roídas pela traça e gasta nas margens e na lombada, que apresentam rasgões e mesmo a falta de alguns pedaços de papel (os mais importantes nas extremidades da lombada). Globalmente, encontra-se envelhecida e não muito limpa, mas ainda apresentável. Páginas em relativo bom estado, embora apresentem um tom amarelecido e manchas de acidez (não muito frequentes). Na primeira página (anterrosto) tem um carimbo-assinatura e no rosto tem uma assinatura de posse e uma data manuscrita. Algumas páginas (poucas) apresentam correcções a tinta de gralhas existentes no texto e anotações marginais a lápis. *** "Nova edição refundida" desta obra sobre a qual se lê numa breve nota de apresentação: «Não é uma obra inteiramente nova, esta. (...) Mas não é tão pouco uma pura reedição. (...) No meu Renascimento em Portugal Clenardo, continham-se numa só duas obras diferentes: uma biografia crítica de Clenardo e um esbôço da história do Humanismo em Portugal. Para uma apenas era demais, e para duas era pouco. Desintegram-se agora as duas, para reünir aqui tudo o que respeita a Clenardo, com o mais que o estudo e a reflexão aconselharam de utilidade acrescentar. Mas tratando embora do humanista flamengo, não deixa êste trabalho de ser sempre um capítulo do Humanismo em Portugal. (...) Pensa o Autor que o seu livro tem todavia um alcance geral - ajudando a conhecer e a compreender melhor a história do seu país no segundo quartel do século XVI, nomeadamente o mecanismo da nossa decadência. Alimenta até a pretenção de trazer interpretação nova a problemas velhos. Com ser um livro de história, não é um livro sòmente de erudição, porque do saber feito exclusivamente de citações, o Autor tem a mesma opinião que Vieira: isso não é saber, é lembrar-se. Para êle os factos só valem como símbolos das ideas. Mas estas não podem exprimir-se sem algum esmero de forma, porque a realidade não atinge o seu esplendor senão apresentada com arte. (Na última imagem está apenas o início do índice, que é bastante extenso, ocupando doze páginas). Livro interessante e já pouco vulgar. *** Portes: envio gratuito em correio normal (tarifa especial para livros) * envio em correio registado: 1,70

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