Urbano Tavares Rodrigues - A Palma da Mão (1.ª ed./1970)


Especificações


Descrição

A PALMA DA MÃO. Sumário dos Dias Inquietos. *** Urbano Tavares Rodrigues *** Porto: Editorial Inova Limitada, 1970. Colecção: Ofício de Viver - 8. (19,5 x 14 cm.) com 262 + [10] pp. Capa flexível, com badanas. Exemplar razoável. Capa com marcas de manuseamento, pequenas perdas de cor em alguns pontos, vincos e um pouco gasta nas margens e na lombada, que apresenta também vincos de abertura. Conserva a cinta publicitária, que se encontra, no entanto, um pouco danificada na parte que corresponde à lombada, onde faltam pedaços de papel nas extremidades. Apesar de envelhecida e um pouco gasta, está ainda muito apresentável. Páginas globalmente bem conservadas e limpas, embora apresentem um tom amarelecido e algumas manchas de acidez, que incidem sobretudo nos cortes. *** Primeira edição deste livro de Urbano Tavares Rodrigues, «um volume que nos fala das mil e uma coisas dispersas que preenchem o mundo em que vivemos e que constituem as nossas preocupações quotidianas, por onde peregrina o pensamento do autor. «A Palma da Mão» de Urbano Tavares Rodrigues está cheia de coisas. Quando a abre, surgem histórias de criança, histórias passadas, presentes pelo significado e pela beleza poética, histórias da juventude das «horas verdes do Jardim da Estrela», pedaços recuperados da vida do autor; histórias de sempre, como «O Eterno Sapatinho de Bailado»; histórias actuais-futuras: a nova Universidade, a definição de Democracia, a automatização. Com «A Palma da Mão», Urbano Tavares Rodrigues delimita o seu ângulo de inserção no mundo: escritor atento e actuante, preocupa-se com tudo, dá conta de tudo: da crítica literária ao turismo e ao conflito Israelo-árabe, sem esquecer o «dilúvio» de Maio. A destacar, três notas fundamentais: Uma posição de princípio - a esperança inextinguível de quem está vivo porque encontra a vida na teia das coisas; Um método - a crítica imperturbável e segura, expressivamente ilustrada no artigo «Vinicius de Morais, a Que Destino Assistes?...»: (Mas que ideia, Vinícius!); Uma interrogação permanente e impulsionadora: «E, afinal, o que é o puro e o impuro?» Por isto, e também porque constitui um demonstração do empenhamento decidido de Urbano Tavares Rodrigues na humanização do mundo, «A Palma da Mão» fica a ocupar um lugar importante na bibliografia do seu autor. Daí também o valor e a actualidade da sua leitura.» (Índice nas imagens 7 e 8). Capa e direcção gráfica de Armando Alves. *** Portes: envio gratuito em correio normal (tarifa especial para livros) * envio em correio registado: 1,70

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