Apartheid
Preço: 5 €Apartheid
Especificações
Descrição
. Alan Paton, Ronald Segal, Breyten Breytenbach, Dennis Brutus, Lewis Nkosi, Stanley Uys, Arnaud Durban, Peter-Paul Heinemann
. Publicações Dom Quixote
. Lisboa, Julho de 1969
. Tradução de Inga Gullander, Manuel Dinis Jacinto, Manuel J. Palmeirim, Maria Helena Alves, Maria José Miranda, Maria Luísa Pinheiro
. Orientação gráfica de Fernando Felgueiras
. Número 17 da colecção Cadernos Dom Quixote
. 142 páginas (formato de bolso)
. Capa envelhecida, miolo em bom estado
. Valor inclui portes em correio editorial
"Quando a comunidade judaica da Europa minoria muitíssimo heterogénea, que em certos sítios se tornou difícil de definir sob o ponto de vista religioso e de tradição foi extinguida por uma única nação, apenas se fez de facto um tipo especial de acção armada, bem conhecido através da história da humanidade e eternamente repetido. (...) teve várias denominações: abandonar, devastar, asfaltar, apagar, exterminar. Chamou-se-lhe "pacificação, Säuberung" (acção de limpeza); têm-se empregado alternadamente os eufemismos e a linguagem clara e brutal; mas a acção, o procedimento político-militar, tem significado a mesma e única coisa: o extermínio do inimigo até ao último homem, a solução final duma posição política. Normalmente, matou-se toda a população masculina em idade de procriar. Normalmente, matarem-se todas as criancinhas que não tinham valor comercial. Normalmente, mataram-se todas as mulheres em idade de não procriação. Normalmente, pouparam-se as crianças maiores e as mulheres novas, que tinham valor como escravas ou sob outra forma. Uma geração mais tarde, a comunidade devastada já estaria esquecida. Uma geração mais tarde ainda, e o extermínio pertenceria ao mundo dos mitos."
do artigo "Isolamento, «Apartheid», Genocídio", de Peter-Paul Heinemann
. Publicações Dom Quixote
. Lisboa, Julho de 1969
. Tradução de Inga Gullander, Manuel Dinis Jacinto, Manuel J. Palmeirim, Maria Helena Alves, Maria José Miranda, Maria Luísa Pinheiro
. Orientação gráfica de Fernando Felgueiras
. Número 17 da colecção Cadernos Dom Quixote
. 142 páginas (formato de bolso)
. Capa envelhecida, miolo em bom estado
. Valor inclui portes em correio editorial
"Quando a comunidade judaica da Europa minoria muitíssimo heterogénea, que em certos sítios se tornou difícil de definir sob o ponto de vista religioso e de tradição foi extinguida por uma única nação, apenas se fez de facto um tipo especial de acção armada, bem conhecido através da história da humanidade e eternamente repetido. (...) teve várias denominações: abandonar, devastar, asfaltar, apagar, exterminar. Chamou-se-lhe "pacificação, Säuberung" (acção de limpeza); têm-se empregado alternadamente os eufemismos e a linguagem clara e brutal; mas a acção, o procedimento político-militar, tem significado a mesma e única coisa: o extermínio do inimigo até ao último homem, a solução final duma posição política. Normalmente, matou-se toda a população masculina em idade de procriar. Normalmente, matarem-se todas as criancinhas que não tinham valor comercial. Normalmente, mataram-se todas as mulheres em idade de não procriação. Normalmente, pouparam-se as crianças maiores e as mulheres novas, que tinham valor como escravas ou sob outra forma. Uma geração mais tarde, a comunidade devastada já estaria esquecida. Uma geração mais tarde ainda, e o extermínio pertenceria ao mundo dos mitos."
do artigo "Isolamento, «Apartheid», Genocídio", de Peter-Paul Heinemann
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