Fraude/2 / António Pinheiro Guimarães
Preço: 15 €Fraude/2 / António Pinheiro Guimarães
Especificações
Descrição
. Brasília Editora (depositária)
. Porto, Dezembro de 1982
. 83 páginas
. Capa envelhecida, miolo como novo
. Valor inclui portes em correio registado
"Porque a livros, haviam de suceder livros, haviam de suceder coisas espantosas, como esta que aconteceu. Ele tinha um amigo, duma livraria onde ia passar, durante anos, todas as tardes depois da saída da casa da Avó, a casa onde ele nascera, e que tinha acabado, para casa do Pai, para onde a Avó também tinha ido. Todas as tardes, repete-se, passou muitos anos a ir para essa livraria. Fez inúmeras amizades, mas entre todas sobressai a do Victor, genro do dono da casa, que se propôs, e conseguiu, editar dois livros dele. Por subscrição entre os amigos, e que, na última tentativa, havia de arranjar com que o nóvel poeta tivesse de enfrentar problema terrível: Não sei se vale a pena contar isto, no entanto, ele ligava-lhe grande importância. O que é certo, é que um dos empregados do Pai queixara-se que fora abordado para subscrever um livro do filho, e que achara caro, e que achara que aquilo era uma exploração do Victor. O Pai deu-lhe uma descompostura terrível, uma coisa tremenda e não resultou mais do que ele ouvir do Pai estas palavras «quando eu morrer podes editar toda a porcaria dos livros que quizeres. Até lá, quem manda sou eu; especialmente não incomodes os meus empregados com a porcaria dos teus versos». Isto passou-se num Natal, e talvez anunciando que o fim do Pai estava para breve."
. Porto, Dezembro de 1982
. 83 páginas
. Capa envelhecida, miolo como novo
. Valor inclui portes em correio registado
"Porque a livros, haviam de suceder livros, haviam de suceder coisas espantosas, como esta que aconteceu. Ele tinha um amigo, duma livraria onde ia passar, durante anos, todas as tardes depois da saída da casa da Avó, a casa onde ele nascera, e que tinha acabado, para casa do Pai, para onde a Avó também tinha ido. Todas as tardes, repete-se, passou muitos anos a ir para essa livraria. Fez inúmeras amizades, mas entre todas sobressai a do Victor, genro do dono da casa, que se propôs, e conseguiu, editar dois livros dele. Por subscrição entre os amigos, e que, na última tentativa, havia de arranjar com que o nóvel poeta tivesse de enfrentar problema terrível: Não sei se vale a pena contar isto, no entanto, ele ligava-lhe grande importância. O que é certo, é que um dos empregados do Pai queixara-se que fora abordado para subscrever um livro do filho, e que achara caro, e que achara que aquilo era uma exploração do Victor. O Pai deu-lhe uma descompostura terrível, uma coisa tremenda e não resultou mais do que ele ouvir do Pai estas palavras «quando eu morrer podes editar toda a porcaria dos livros que quizeres. Até lá, quem manda sou eu; especialmente não incomodes os meus empregados com a porcaria dos teus versos». Isto passou-se num Natal, e talvez anunciando que o fim do Pai estava para breve."
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Duarte Martinho
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Setúbal - Almada - Almada, Cova da Piedade, Pragal e Cacilhas
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