Quem se Abstém? - Jorge de Sá
Preço: 3 €Quem se Abstém? - Jorge de Sá
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoAlmada
- FreguesiaCosta da Caparica
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- Id do anunciante116167
Descrição
Categoria: Ciências Sociais - Livros , Sugestões de Leitura - Livros , Ciências Sociais - Livros , Filosofia
Quem se Abstém? Jorge de Sá Campo da Comunicação ZZ16/ZF12 Quem se Abstém? Segmentação e Tipologia dos Abstencionistas Portugueses (1998 2008) de Jorge de Sá. A parcela desta dissertação de doutoramento que Jorge de Sá agora publicita mostra como uma democracia não se mede pelo vértice do hierarquismo e pelo sistema eleitoral que o eleva ao estadão, mas pela qualidade da cidadania e pela principal expressão desta que é o controlo do poder, contra alguma tradição de centralismo absolutista que destruiu as autonomias e o pluralismo, permitindo que o rolo unidimensionalizador das revoluções erigisse as estátuas aos déspotas que cortam o horizonte das avenidas da Liberdade e não entendesse o essencial da poliarquia, onde o pacto de associação sempre foi superior ao pacto de sujeição, interessando saber mais como se controla o poder dos que mandam. Porque há uma deseducação cívica e funciona a nostalgia, imaginando-se a democracia directa do vanguardismo do PREC. Ora, as democracias representativas políticas costumam ser compensadas pela democracia da sociedade civil, do consociativismo. O que não é possível num país submetido ao rolo unidimensionalizador do verticalismo ministerialista, centralizado, concentracionário e capitaleiro. Por cá, depois das doenças da apatia e da indiferença, estamos em azedume e teme-se a explosão, que bem pode vestir-se de rebelião das massas. Tudo tem a ver com o erro do estatismo: o monopólio da política pelo aparelho de poder. Onde o principado ao construir o Estado e ao construir a nação passou a desprezar o horizontalismo da república ou comunidade, onde o Estado somos nós. Importa recuperar o conceito de legitimidade de regime, onde há um acordo de um sistema político com o sistema de valores de um dado sistema social, o qual lhe serve de ambiente. A falta de autenticidade do poder é a medida dessa distância. Degenera um regime quando assim se quebra a confiança pública e o principado pode ser expulso pela comunidade. Quando os fusíveis da má lâmpada eléctrica se espatifam. Extractos do Prefácio José Adelino Maltez Condição: NOVO! Vários exemplares disponíveis.
*** Importação em 4 Jun 2023 09:00 ***
Quem se Abstém? Jorge de Sá Campo da Comunicação ZZ16/ZF12 Quem se Abstém? Segmentação e Tipologia dos Abstencionistas Portugueses (1998 2008) de Jorge de Sá. A parcela desta dissertação de doutoramento que Jorge de Sá agora publicita mostra como uma democracia não se mede pelo vértice do hierarquismo e pelo sistema eleitoral que o eleva ao estadão, mas pela qualidade da cidadania e pela principal expressão desta que é o controlo do poder, contra alguma tradição de centralismo absolutista que destruiu as autonomias e o pluralismo, permitindo que o rolo unidimensionalizador das revoluções erigisse as estátuas aos déspotas que cortam o horizonte das avenidas da Liberdade e não entendesse o essencial da poliarquia, onde o pacto de associação sempre foi superior ao pacto de sujeição, interessando saber mais como se controla o poder dos que mandam. Porque há uma deseducação cívica e funciona a nostalgia, imaginando-se a democracia directa do vanguardismo do PREC. Ora, as democracias representativas políticas costumam ser compensadas pela democracia da sociedade civil, do consociativismo. O que não é possível num país submetido ao rolo unidimensionalizador do verticalismo ministerialista, centralizado, concentracionário e capitaleiro. Por cá, depois das doenças da apatia e da indiferença, estamos em azedume e teme-se a explosão, que bem pode vestir-se de rebelião das massas. Tudo tem a ver com o erro do estatismo: o monopólio da política pelo aparelho de poder. Onde o principado ao construir o Estado e ao construir a nação passou a desprezar o horizontalismo da república ou comunidade, onde o Estado somos nós. Importa recuperar o conceito de legitimidade de regime, onde há um acordo de um sistema político com o sistema de valores de um dado sistema social, o qual lhe serve de ambiente. A falta de autenticidade do poder é a medida dessa distância. Degenera um regime quando assim se quebra a confiança pública e o principado pode ser expulso pela comunidade. Quando os fusíveis da má lâmpada eléctrica se espatifam. Extractos do Prefácio José Adelino Maltez Condição: NOVO! Vários exemplares disponíveis.
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