Idade Crítica Ou Privilegiada de Marcel Eck
Preço: 4 €Idade Crítica Ou Privilegiada de Marcel Eck
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoPorto
- FreguesiaAldoar, Foz do Douro e Nevogilde
- Id do anúncio31612322
Descrição
Vendo: 4,00 euros - Tem 8 Fotos
Título: Idade Crítica Ou Privilegiada
Autor: Marcel Eck
Tradução: Eduardo Saló
Editora: Editorial Pórtico
Páginas: 230
Sinopse:
Os cinquenta anos não passam daquilo que desejamos que sejam. Constitui uma banalidade afirmar que são um promontório. Qualquer idade tem um momento que se inscreve entre um passado e um futuro. O passado perdura somente para ajudar a viver o momento presente e construir o futuro.
Não se edifica apenas sobre um passado. Nada está terminado aso cinquenta anos. Pelo contrário, muitas coisas podem principiar. A vida começa todas as manhãs, e o o amanhã constrói-se aos cinquenta anos como anteriormente. Nâo é imperioso ser-se o homem «que se debruça sobre o seu passado, mas sim aquele que cada dia pensa em construir. Aos cinquenta anos restam menos cartas para jogar, mas nem todos os trunfos foram lançados para a mesa.
A solidão que nos espreita e a morte que se anuncia não constituem cartas negativas. Compete somente a nós transformá-las em valores que contribuirão para que uma vida não esteja simplesmente acabada - termo insuportável - mas constitua uma consecução.
Título: Idade Crítica Ou Privilegiada
Autor: Marcel Eck
Tradução: Eduardo Saló
Editora: Editorial Pórtico
Páginas: 230
Sinopse:
Os cinquenta anos não passam daquilo que desejamos que sejam. Constitui uma banalidade afirmar que são um promontório. Qualquer idade tem um momento que se inscreve entre um passado e um futuro. O passado perdura somente para ajudar a viver o momento presente e construir o futuro.
Não se edifica apenas sobre um passado. Nada está terminado aso cinquenta anos. Pelo contrário, muitas coisas podem principiar. A vida começa todas as manhãs, e o o amanhã constrói-se aos cinquenta anos como anteriormente. Nâo é imperioso ser-se o homem «que se debruça sobre o seu passado, mas sim aquele que cada dia pensa em construir. Aos cinquenta anos restam menos cartas para jogar, mas nem todos os trunfos foram lançados para a mesa.
A solidão que nos espreita e a morte que se anuncia não constituem cartas negativas. Compete somente a nós transformá-las em valores que contribuirão para que uma vida não esteja simplesmente acabada - termo insuportável - mas constitua uma consecução.
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